quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis as fotos da semana são Grafites, profusão de cores e formas nas ruas de Florianópolis , por Simone Nunes Verzola.














Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com
Leia mais

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Arquitetura da Ilha moldada no barro

Este post faz parte da série Fazendo arte nas feiras de Ilha.

Manuseando o barro na companhia de amigos que trabalhavam com cerâmica, Thiago de Aquino foi aperfeiçoando a técnica. Hoje utiliza em suas peças a argila, o barro para pigmento branco, vermelho e amarelo e o engobe para conseguir os pigmentos azul, verde e rosa. O uso dessa matéria prima foi desenvolvido por ele, a esposa e o cunhado ao longo dos anos e a utilizada há seis anos na linha arquitetônica.

O trabalho que começou como hobby esculpindo personagens do boi-de-mamão, canoas de garapuvu e traineiras, hoje reproduz os principais cartões postais de Florianópolis. Casas açorianas, o Posto da alfândega, o Mercado Público, a Ponte Hercílio Luz, as fortalezas, mas as mais vendidas são as igrejas de Santo Antônio, da Barra da Lagoa e do Ribeirão da Ilha, conta Thiago.

Nos Casarios Açorianos utiliza a técnica de placas. Ele prepara a argila, molda placas quadradas com cerca de 2cm de espessura e faz a montagem unindo-as com barro. A partir disso é feito o trabalho de acabamento. Detalhes são esculpidos nas portas e janelas. Antes de fazer o telhado todo o cenário interno das casas é trabalhado, na própria cerâmica.

Nascido na praia de Jurerê o artista se inspira na cultura indígena e nas inscrições rupestres de Floripa, mas principalmente na riqueza arquitetônica e paisagística que convive desde a infância. “Hoje busco voltar o meu trabalho para a valorização da nossa cultura, que tem se modificado rapidamente e por isso a importância de registrá-la e valorizá-la”, fala Thiago em entrevista ao Floripa Cultura.

O trabalho de Thiago de Aquino pode ser visto na Feira das Alfaias em Santo Antônio de Lisboa, todo final de semana.







Artista: Thiago de Aquino
Arte: Cerâmica Rupestre, réplicas de arquiteturas históricas com pintura natural em barro.
Contatos: 48 3282.9252 ou 99618656
Leia mais

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis a foto da semana é  Palácio Cruz e Sousa hoje, por Simone Nunes Verzola.

Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com
Leia mais

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Na rede da tradição açoriana

Sempre questionador Paulo Cesar Bravo segue tecendo redes como quem escreve a história. Neto de pescador e de rendeira utiliza a técnica de rede artesanal para confeccionar roupas e destaca a importância de dar novos usos e continuidade para antigas tradições. “Quando se faz uma releitura estamos revivendo a origem, que é a própria vida. A desvalorização do artesanato, que é a cultura local, é a desvalorização da própria vida e isso é muito triste, pois se vai perdendo a identidade, a qual está exatamente na produção local”, desabafa Paulo.

Paulo faz cachecóis, mantas e coletes para boutiques em São Paulo e Curitiba e conta que em Florianópolis o trabalho com rede não é valorizado. “Aqui o artesanato é considerado como a sobra que você varreu do armário, quando deveria ser visto como retrato da nossa cultura”.

Professor de educação física e artesão, Paulo nasceu em Joinville e com um ano de idade veio para Floripa. A faculdade ele cursou em Joinville, depois morou dois anos em Curitiba e a experiência de morar fora o ensinou a valorizar ainda mais a cultura local. A técnica de redes aprendeu a 50 anos, na disciplina de Artes Manuais ministrada no Colégio de Aplicação de Florianópolis enquanto cursava o ensino fundamental. Quando estava na faculdade estagiou em um torneio de futebol de campo e viu como as redes eram caras. Duas redes pagavam um mês de estudos. “Passei a faculdade inteira fazendo redes desportivas, que usa a mesma técnica das redes de pesca usadas na Ilha”, lembra Paulo.

O artesão vê no descarte exagerado de redes desportivas um desperdício que gera danos ao meio ambiente e social. Alerta que as redes usadas para o vôlei e futebol pelas escolas da rede pública poderiam ser facilmente confeccionadas e consertadas pelas comunidades de pescadores da Ilha, que aprendem a técnica desde crianças, o que geraria economia para o município além de assistência social e manutenção da tradição de rede artesanal.

A preocupação com a cultura local vai além dos limites da cidade e se depara com o enredo da Grande Rio. “Se o tema da escola de samba do primeiro grupo do Rio de Janeiro é Florianópolis um espaço deve ser aberto para que pessoas daqui mostrem um artesanato original e a verdadeira cultura local”, afirma levantando a possibilidade do uso de redes feitas à máquina e rendas vindas do Nordeste Brasileiro.

Para Paulo a valorização da cultura açoriana em Florianópolis depende de uma releitura constante das técnicas tradicionais, para que o trabalho local alcance seu lugar de destaque na produção de uma identidade cultural e ganhe força para combater a tendência de substituição do antigo pelo novo, pelo plástico, pelo prático e pelo que vem de fora.

As peças confeccionadas por Paulo na técnica de rede artesanal podem ser vistas na Casa da Alfândega no Centro de Florianópolis.

Artista: Paulo Cesar Bravo
Arte: Técnica de rede artesanal
Contatos: paulocesar.bravo@uol.com.br
               48  9624.0162
Leia mais

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Mais de setenta postais que retratam Florianópolis, adquiridos na década de 80, compõem a coleção de Mara Adriana de Felippe. Na adolescência Mara usava o dinheiro da mesada para comprar postais da cidade, que agora podem ser vistos aqui no Floripa Cultura.

As fotos da semana são Ponte Hercílio Luz - Coleção de Postais, cedidas por Mara Adriana de Felippe.



Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com
Leia mais

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis a foto da semana é Beira Mar vista do Museu de Armas no Forte Sant'Ana,  por Jason Solonca.


Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com 
Leia mais

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A cerâmica ganha forma, cor e sutileza

A alma artista não consegue se prender ou ficar confinada. Os verdadeiros artistas estão sempre em mudança, precisam estar em movimento.”
Dihlu Santana


A maior fonte de inspiração da artista plástica mineira Dihlu Santana vem da decoração e do mobiliário. Trabalhando cores e formas geométricas em placas de cerâmica a artista é responsável pelo designe e pela montagem das bijuterias.



“As peças falam por mim. Meu trabalho é muito colorido e eu gosto de estar dentro desse contexto, pois cor é alegria, é vida”. Há 23 anos Dihlu segue na criação de bijuterias. Ela acredita que a arte não pode ser permanente, eterna sim, mas em constante releitura. “Cada vez que me encontrares, encontrarás modelos diferentes e montagens diferentes”, explica a artista.


Artista plástica formada em Belo Horizonte, Dihlu diz que se perdeu nesse oceano de Florianópolis há dez anos e faz questão de não encontrar o caminho de volta à terra natal. É uma mulher que já experimentou muita coisa na vida, em lugares diferentes e está se redescobrindo na maturidade é como ela se define e afirma, “ao longo dos anos de trabalho o amadurecimento da mulher se reflete nas peças, que já estiveram até no mercado internacional”.


Para a confecção das peças usa argila e oxido de minério. As colorações são pigmentos que vão mudando de acordo com a época e os materiais que o mercado oferece. A esmaltação vitrificada dá a cor e o brilho às placas de cerâmica, que são queimadas entre 800 e 1200 graus. A resistência e a durabilidade se dão devido à queima, que passa por um primeiro cozimento chamado de biscoitagem, sob a temperatura de 400 a 600 graus, e depois à esmaltação.

As bijuterias podem ser adquiridas na Casa da Alfândega, no centro de Florianópolis e na loja Casa Catarina, no Floripa Shopping. Nos fins de semana de sol quem for ao Bar do Arante, no Pântano do Sul, pode também ver as peças na feirinha que é uma concessão do bar aos artistas locais.

Artista: Dihlu Santana
Arte: Bijuteria com cerâmica
Contatos: 48 3389.2255
dihlubiju@hotmail.com
Leia mais

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis a foto da semana é O céu de Florianópolis, por Isabel Humenhuk.

Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com
Leia mais
 
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. 'Fotos e textos de terceiros publicados com autorização dos autores neste site recebem os devidos créditos e não estão sob esta licença, que abrange todo o material publicado por Floripa Cultura. E essa licença aí acima diz o seguinte: você pode usar nossas fotos e textos, desde que não seja para fins comerciais, não altere a obra e, claro, cite o autor — deste modo: Luciene Kumm e Simone Verzola (www.floripacultura.com).'

floripa cultura - Cultura em Florianópolis. Jornalistas falando de cultura em Floripa Copyright © 2009 Gadget Blog is Designed by Ipietoon Sponsored by Online Business Journal