Após o paralelo feito entre as Ilhas de Açores e a Ilha de Santa Catarina no livro Florianópolis a 10ª Ilha dos Açores, Joel Pacheco lança hoje uma nova obra que vai deixar um belo registro histórico, A canoa baleeira dos Açores e da Ilha de Santa Catarina. O evento é hoje às 19h30 na Livrarias Catarinense do Beira Mar Shopping, em Floripa.
O fotógrafo e escritor pretende chamar atenção para a necessidade de resgatar uma identidade cultural que está prestes a acabar. Manezinho de Florianópolis foi criado nas redondezas do Forte Santana, onde diariamente convivia com as baleeiras usadas para a travessia do continente para a ilha, antes da construção da Ponte Hercílio Luz. Em 2000, num passeio por Florianópolis, Joel encontrou muitas embarcações abandonadas nas praias do Campeche, Jurerê, Pântano do Sul e Cacupé, o que o incentivou a fazer esse registro literário e fotográfico.
A convite do governo açoriano foi até Portugal executar parte da pesquisa, onde visitou os museus do Baleeiro e da Baleia na Ilha do Pico. Em Santa Catarina conheceu o Museu Nacional do Mar e o Museu da Baleeira em Imbituba. Nos quatro anos de pesquisa que antecederam a edição do livro entrevistou construtores de barcos em Floripa, todos com mais de 80 anos e verificou que a técnica artesanal não está mais sendo repassada de pai para filho, como era antes. “Em Açores a baleeira é tombada pelo governo. Para fazer uma nova embarcação é preciso seguir um projeto pré-estabelecido, usado para perpetuar o modelo”, explica Joel. Em Florianópolis os pescadores estão trocando a baleeira por outras embarcações de manutenção mais fácil.
Dentre as quase 500 fotos disponíveis no livro ele mostra um pouco da construção da embarcação por meio das mãos do seu Leandro, um construtor de Biguaçu que ainda produz a baleeira. Já no Ribeirão da Ilha, onde era o principal ponto produtor dessas embarcações no litoral catarinense, conheceu o seu Aléssio. Segundo ele há uma lenda de que todos os construtores da Ilha nunca conseguiram terminar a última embarcação pelos mais diversos motivos. Confirmando a lenda, sua última baleeira ainda inacabada foi comprada pelo navegador Amir Clink e está no Museu Nacional do Mar.
Em 2010 Joel pretende lançar o livro nos Açores com o apoio do governo local.
Artista: Joel Pacheco
Arte: Literatura e fotografia
Contatos: arquitetopacheco@gmail.com
48 3361.4143 ou 9971.4143



1 comentários:
Addoro o seu trabalho parabens Joel
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Historia do Odilho
Odilho é a cultura viva do povo Açoriano, com seus hábitos, crendices, e a tudo o que essa cultura oferece, mesmo com o surgimento e crescimento da tecnologia, ele prefere o fogão à lenha ao microondas, o "raidinho" a pilha ao home-theater. Odilho é contemporâneo, aceitas as mudanças na tecnologia e conviver com a modernidade, mas sem perder de vista sua raiz, tem personalidade forte, sem papas na língua, ama e defende com intensidade a sua cultura.
Acredita fielmente nas benzeduras e bruxarias. Odilho é um retrato fiel da cultura açoriana. O Personagem Odilho surgiu na década de oitenta, realizando apresentações desde então. Suas atuações são repletas de muita irreverência e humor, sempre interagindo com o público e adaptando seus textos ao tema proposto. O Manezinho Odilho é interpretado pelo ator Alceu Ramos Conceição, descendente de portugueses, filho e neto de moradores de Florianópolis (Ilha de Santa Catarina).
Além de apresentações, shows, eventos, campanhas promocionais, ele ainda representa a nossa cultura dando boas vindas aos Turistas que visitam nossa ilha como um excelente mestre de cerimônias, Odilho tem participação no Jornal do Almoço, da RBSTV, onde apresenta um quadro de entrevistas.
Veio com a missão de conscientizar a sociedade da importância de preservar e cuidar dessa cultura para que ela se perpetue. Nasceu de uma inspiração muito forte e de um grande amor que o ator tem pela cultura açoriana. Odilho nasceu pronto, já com uma história de vida, com família, amigos e causos.
Nossa Cultura é nossa Identidade
Orçamento: a combinar
Contatos: Email odilhoconceicao@gmail.com
Email: contato@odilho.com.br
Site: www.odilho.com.br
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Celulares: (048) 8467-1368 e (048) 9154-3625
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