sexta-feira, 1 de abril de 2011

Google art

Essa novidade merece divulgação.

Conhecer as obras dispostas nos grandes museus do mundo a partir do seu computador agora é posível. Navegar como observador virtual, caminhar pelos museus, se aproximar das obras, conhecer suas histórias.


Entre agora mesmo no Art Project by Google
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Turismo e Floripa

É, a nossa Floripa tem despontado como destino turístico e cultural e a Trivago, empresa criada na Alemanha em 2005, tem uma versão brasileira  desde 2009. O site apresenta conteúdo sobre diversos destinos do mundo inteiro, com várias informações sobre atrações turísticas e eventos culturais e para incluir conteúdo sobre a nossa Ilha, agora conta tambémcom um link para o Floripa Cultura.

Visite a página de Florianópolis
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Programação Cultural em Floripa

Teatro da Ubro apresenta:

Dias 11 e 1/03 - Adriana cunha
21h - Espetáculo de dança, Completos e complemento
Contato: 8402.3777

Dias 17 e 18/03 - Anonimato grupo teatral
20h30 - Espetáculo QOarto 101, O vazio da memória
Contatos: Rodrigo 8432.8788 e Aline 8443.7828

Dias 19 e 20/03 - Grupo gira-teatro
21h - Retrados de uma Ilha
Contato: Sérgio 9997.8290

Dias 24, 25, 26 e 27/03 - Cia de arte irreversível
20h - Os rinocerontes
Contato: Marelo Serra 9953.3002

Dia 30/03 - Diogo Alvaro de Haro
20h - Concerto solo de piano
Contato: 9937.9585


A Fundação Cultural Badesc retoma a rotina de atividades em março, com novidades. No Cineclube, sempre com sessão às 19h, estreia a sessão Ficção Brasil com o filme Durval Discos, de Anna Muylaer. Na programação de cinema ainda serão lançados os curtas Pandemonium e Purgamentum, de Yannet Briggiler e Rodrigo Amboni. Pandemonium foi vencedor da categoria Vídeo no Edital Cinemateca Catarinense de 2008 e Purgamentum levou o Prêmio Funcine 2009. A exposição do mês é Notas de rodapé, do carioca Jimson Vilela, e está entre os projetos selecionados pelo Edital Fernando Beck de 2011.



A programação completa do mês de março já está disponível em:
www.fundacaocultural.badesc.gov.br.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Dona Bilica e Convidados, destaque à cultura de Florianópolis

Há quatro anos consecutivos que a Companhia Pé de Vento Teatro, com o patrocínio dos Correios, apresenta gratuitamente o espetáculo "Dona Bilica e convidados", que dá um banho de cultura mantendo viva a memória do povo para o boi-de-mamão, a renda de bilro e a olaria.

O projeto em prol do acesso gratuito e do riso do público catarinense é um marco e uma verdadeira celebração à cultura de Florianópolis.Tendo como anfitriã a mais famosa Manezinha da Ilha a hilariante personagem Dona Bilica (interpretada pela atriz Vanderléia Will), a platéia ganha literalmente uma aula sobre os costumes e tradições de nossa Ilha.

O projeto concretiza e potencializa duas metas principais da Cia de Teatro, que é a formação de platéia e democratização da arte teatral. Pretende ainda valorizar e tornar vivo na memória das pessoas, que o Folclore é um gênero da cultura que se manifesta por costumes, lendas, tradições e festas. Faz lembrar que as manifestações folclóricas podem ser vistas através da sabedoria popular antiga, da diversidade de dialetos, da arte, da diversidade de religiões e credos, pelos trajes, pelas músicas e através do espetáculo coloca o público em contato com o universo lúdico da brincadeira, fazendo-os entender porque na Ilha somos chamados de manezinhos, o porquê de nossos costumes, e nossas manifestações.



Os espetáculos são de 20 a 24/09, às 10h e 15h no Largo da Alfândega no centro da cidade.

Artistas: Cia Pé de Vento Teatro
Arte: espetáculos , projetos e intervenções teatrais
Contatos: contato@pedeventoteatro.com
48 3028.3351 -  9156.8919 - 9156.9658 - 9156.8920 - 9156.9473
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis a foto da semana é Beira Mar Norte, antes da revitalização do passeio, por Simone Nunes Verzola.


Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com 
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Foco na poesia, no conto e na crônica

 A escritora Susana Zilli de Mello nasceu na Prainha, em Florianópolis. Na infância ia constantemente de baleeira com o avô ao cais do porto, pegar peixe e verduras, quando a Baia Sul ainda era uma praia. “Boas lembranças a época em que o boi-de-mamão dançava na frente das casas, e impreterivelmente as escolas apresentavam o pau-de-fita e a dança do arco-de-flores nas festas juninas. A saudade também é fonte de inspiração”, conta Susana.

O interesse pela escrita aflorou na adolescência e aos 18 anos já produzia textos, os quais ela está reeditando. Ficou anos sem escrever enquanto se dedicava a vida militar. Da turma de 1984, a segunda a admitir mulheres, Susana ao sair do plantão sempre deixava um poema no quadro de avisos para a colega que estava por chegar. Somente há sete anos recomeçou a escrever e intensificou a produção textual ao entrar para a Associação dos Cronistas, Poetas e Contistas Catarinenses, mais conhecida por ACPCC. Em outubro de 2010 toma posse também na Academia Alcantarense de Letras da qual participa no cargo de secretariado.


Escreve crônicas, contos e poesias e neste gênero, com o qual mais se identifica, ganhou o segundo lugar no concurso de poemas organizado pelo setor cultural da Prodasc, empresa na qual trabalhou por algum tempo. O poema Brinde de Natal foi premiado em 1983 e segundo a escritora foi o trabalho que marcou a sua vida.

Autores como Manoel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Alcides Buss e Lia Luft servem de inspiração para Susana, que apesar das influências sempre buscou o próprio estilo literário. A natureza, as vivências diárias, a sustentabilidade e as drogas são temas abordados pela autora nos textos que têm como foco o público adulto.


A mãe, Odete Zilli de Mello, hoje com 71 anos, participou ativamente do processo da filha e a acompanha nas reuniões da ACPCC e eventos literários. Dona Odete conta que desde pequena Susana gostava das palavras e com apenas três anos de idade pegava o jornal do avô para fingir que estava lendo. Também andava sempre com um caderno em baixo do braço onde rabiscava suas letrinhas.


A primeira publicação de Susana Zilli foi em 1979 no livro Contistas e Cronistas Catarinenses, da editora Lunardelli. A partir dali participou de mais nove antologias, em 1982 da Escritores do Brasil, em 1986 de Andanças Poéticas, em 2005 e 2006 das Antologias do Servidor Público Estadual, ainda em 2006 de Panorâmicas de Palavras, em 2009 das Antologias Latinidade Poética, Vozes da Alma, Versos Felinos e da 6ª Antologia da ACPCC.





Artista: Susana Zilli de Mello
Arte: Literatura
Contatos: susanazilli@gmail.com ou          susanazilli@ibest.com.br
48 3249.7138 ou 9948.3480
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis a foto da semana é Morro das Pedras, por Luciene Kumm.


Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Arte feita com material reciclável

Esculturas, relicários, instalações e outros tantos objetos criados com material reciclável compõem a exposição “Sensíveis Tramas”, que está atraindo a curiosidade de quem passa pelo Hall da Biblioteca Pública de Santa Catarina, no centro de Florianópolis.


Principalmente pelo caráter educativo, as obras da artista plástica Maria Aparecida Medeiros também estão despertando a atenção de escolas da Capital. Cada peça criada com o reaproveitamento de embalagens longa vida (Tetra Pak) demonstra a preocupação da artista com temas relacionados à preservação do meio ambiente.

Incentivar a reciclagem usando a criatividade é um dos principais objetivos da exposição “Sensíveis Tramas”, que ficará aberta à visitação até o dia 30 de setembro, de segunda a sábado. A curadoria é do artista plástico Jone Cezar de Araújo.



Evento: Exposição “Sensíveis Tramas" - de Maria Aparecida Medeiros
Visitação: até 30 de setembro, de segunda a sexta, das 8h às 19h15 e aos sábados das 8h às 11h45
Local: Hall da Biblioteca Pública de Santa Catarina
Endereço: Rua Tenente Silveira, 343, Centro, Florianópolis
Fone: (48) 3028-8063

Fonte: Rose Peixer
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Mais de setenta postais que retratam Florianópolis, adquiridos na década de 80, compõem a coleção de Mara Adriana de Felippe. Na adolescência Mara usava o dinheiro da mesada para comprar postais da cidade, que agora podem ser vistos aqui no Floripa Cultura.

As fotos da semana são Ponte Colombo Sales - Coleção de Postais, cedidas por Mara Adriana de Felippe.



Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis as fotos da semana são Grafites, profusão de cores e formas nas ruas de Florianópolis , por Simone Nunes Verzola.














Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Arquitetura da Ilha moldada no barro

Este post faz parte da série Fazendo arte nas feiras de Ilha.

Manuseando o barro na companhia de amigos que trabalhavam com cerâmica, Thiago de Aquino foi aperfeiçoando a técnica. Hoje utiliza em suas peças a argila, o barro para pigmento branco, vermelho e amarelo e o engobe para conseguir os pigmentos azul, verde e rosa. O uso dessa matéria prima foi desenvolvido por ele, a esposa e o cunhado ao longo dos anos e a utilizada há seis anos na linha arquitetônica.

O trabalho que começou como hobby esculpindo personagens do boi-de-mamão, canoas de garapuvu e traineiras, hoje reproduz os principais cartões postais de Florianópolis. Casas açorianas, o Posto da alfândega, o Mercado Público, a Ponte Hercílio Luz, as fortalezas, mas as mais vendidas são as igrejas de Santo Antônio, da Barra da Lagoa e do Ribeirão da Ilha, conta Thiago.

Nos Casarios Açorianos utiliza a técnica de placas. Ele prepara a argila, molda placas quadradas com cerca de 2cm de espessura e faz a montagem unindo-as com barro. A partir disso é feito o trabalho de acabamento. Detalhes são esculpidos nas portas e janelas. Antes de fazer o telhado todo o cenário interno das casas é trabalhado, na própria cerâmica.

Nascido na praia de Jurerê o artista se inspira na cultura indígena e nas inscrições rupestres de Floripa, mas principalmente na riqueza arquitetônica e paisagística que convive desde a infância. “Hoje busco voltar o meu trabalho para a valorização da nossa cultura, que tem se modificado rapidamente e por isso a importância de registrá-la e valorizá-la”, fala Thiago em entrevista ao Floripa Cultura.

O trabalho de Thiago de Aquino pode ser visto na Feira das Alfaias em Santo Antônio de Lisboa, todo final de semana.







Artista: Thiago de Aquino
Arte: Cerâmica Rupestre, réplicas de arquiteturas históricas com pintura natural em barro.
Contatos: 48 3282.9252 ou 99618656
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis a foto da semana é  Palácio Cruz e Sousa hoje, por Simone Nunes Verzola.

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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Na rede da tradição açoriana

Sempre questionador Paulo Cesar Bravo segue tecendo redes como quem escreve a história. Neto de pescador e de rendeira utiliza a técnica de rede artesanal para confeccionar roupas e destaca a importância de dar novos usos e continuidade para antigas tradições. “Quando se faz uma releitura estamos revivendo a origem, que é a própria vida. A desvalorização do artesanato, que é a cultura local, é a desvalorização da própria vida e isso é muito triste, pois se vai perdendo a identidade, a qual está exatamente na produção local”, desabafa Paulo.

Paulo faz cachecóis, mantas e coletes para boutiques em São Paulo e Curitiba e conta que em Florianópolis o trabalho com rede não é valorizado. “Aqui o artesanato é considerado como a sobra que você varreu do armário, quando deveria ser visto como retrato da nossa cultura”.

Professor de educação física e artesão, Paulo nasceu em Joinville e com um ano de idade veio para Floripa. A faculdade ele cursou em Joinville, depois morou dois anos em Curitiba e a experiência de morar fora o ensinou a valorizar ainda mais a cultura local. A técnica de redes aprendeu a 50 anos, na disciplina de Artes Manuais ministrada no Colégio de Aplicação de Florianópolis enquanto cursava o ensino fundamental. Quando estava na faculdade estagiou em um torneio de futebol de campo e viu como as redes eram caras. Duas redes pagavam um mês de estudos. “Passei a faculdade inteira fazendo redes desportivas, que usa a mesma técnica das redes de pesca usadas na Ilha”, lembra Paulo.

O artesão vê no descarte exagerado de redes desportivas um desperdício que gera danos ao meio ambiente e social. Alerta que as redes usadas para o vôlei e futebol pelas escolas da rede pública poderiam ser facilmente confeccionadas e consertadas pelas comunidades de pescadores da Ilha, que aprendem a técnica desde crianças, o que geraria economia para o município além de assistência social e manutenção da tradição de rede artesanal.

A preocupação com a cultura local vai além dos limites da cidade e se depara com o enredo da Grande Rio. “Se o tema da escola de samba do primeiro grupo do Rio de Janeiro é Florianópolis um espaço deve ser aberto para que pessoas daqui mostrem um artesanato original e a verdadeira cultura local”, afirma levantando a possibilidade do uso de redes feitas à máquina e rendas vindas do Nordeste Brasileiro.

Para Paulo a valorização da cultura açoriana em Florianópolis depende de uma releitura constante das técnicas tradicionais, para que o trabalho local alcance seu lugar de destaque na produção de uma identidade cultural e ganhe força para combater a tendência de substituição do antigo pelo novo, pelo plástico, pelo prático e pelo que vem de fora.

As peças confeccionadas por Paulo na técnica de rede artesanal podem ser vistas na Casa da Alfândega no Centro de Florianópolis.

Artista: Paulo Cesar Bravo
Arte: Técnica de rede artesanal
Contatos: paulocesar.bravo@uol.com.br
               48  9624.0162
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Mais de setenta postais que retratam Florianópolis, adquiridos na década de 80, compõem a coleção de Mara Adriana de Felippe. Na adolescência Mara usava o dinheiro da mesada para comprar postais da cidade, que agora podem ser vistos aqui no Floripa Cultura.

As fotos da semana são Ponte Hercílio Luz - Coleção de Postais, cedidas por Mara Adriana de Felippe.



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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis a foto da semana é Beira Mar vista do Museu de Armas no Forte Sant'Ana,  por Jason Solonca.


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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A cerâmica ganha forma, cor e sutileza

A alma artista não consegue se prender ou ficar confinada. Os verdadeiros artistas estão sempre em mudança, precisam estar em movimento.”
Dihlu Santana


A maior fonte de inspiração da artista plástica mineira Dihlu Santana vem da decoração e do mobiliário. Trabalhando cores e formas geométricas em placas de cerâmica a artista é responsável pelo designe e pela montagem das bijuterias.



“As peças falam por mim. Meu trabalho é muito colorido e eu gosto de estar dentro desse contexto, pois cor é alegria, é vida”. Há 23 anos Dihlu segue na criação de bijuterias. Ela acredita que a arte não pode ser permanente, eterna sim, mas em constante releitura. “Cada vez que me encontrares, encontrarás modelos diferentes e montagens diferentes”, explica a artista.


Artista plástica formada em Belo Horizonte, Dihlu diz que se perdeu nesse oceano de Florianópolis há dez anos e faz questão de não encontrar o caminho de volta à terra natal. É uma mulher que já experimentou muita coisa na vida, em lugares diferentes e está se redescobrindo na maturidade é como ela se define e afirma, “ao longo dos anos de trabalho o amadurecimento da mulher se reflete nas peças, que já estiveram até no mercado internacional”.


Para a confecção das peças usa argila e oxido de minério. As colorações são pigmentos que vão mudando de acordo com a época e os materiais que o mercado oferece. A esmaltação vitrificada dá a cor e o brilho às placas de cerâmica, que são queimadas entre 800 e 1200 graus. A resistência e a durabilidade se dão devido à queima, que passa por um primeiro cozimento chamado de biscoitagem, sob a temperatura de 400 a 600 graus, e depois à esmaltação.

As bijuterias podem ser adquiridas na Casa da Alfândega, no centro de Florianópolis e na loja Casa Catarina, no Floripa Shopping. Nos fins de semana de sol quem for ao Bar do Arante, no Pântano do Sul, pode também ver as peças na feirinha que é uma concessão do bar aos artistas locais.

Artista: Dihlu Santana
Arte: Bijuteria com cerâmica
Contatos: 48 3389.2255
dihlubiju@hotmail.com
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis a foto da semana é O céu de Florianópolis, por Isabel Humenhuk.

Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Quinta-feira é dia de Floripa em Foto

Este post faz parte da série Registros fotográficos de Floripa.

Fotografando o cotidiano de Florianópolis a foto da semana é A Beira-mar de Florianópolis, por Walfredo Kumm.


Mande a sua foto de Floripa com título e crédito para, floripacultura@hotmail.com
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Moradora de Floripa lança livro sobre sua vida na Europa

“Sinto que abrimos nossas janelas para o mundo, tiramos as cortinas e deixamos o sol entrar”, é assim que a escritora Suzana H. Gheileni reflete sobre o seu livro.

Janelas para a Europa, uma viagem em família, descreve a vida de um casal e duas filhas adolescentes, que decidiram morar um tempo no velho continente, a Europa, passando por 14 países e 116 cidades.


Ali você encontra várias dicas de planejamento da viagem, malas, estudos, aluguéis, do cotidiano da família e de lugares desde metrópoles até vilarejos. Fala das dificuldades, da saudade, da diferença climática e principalmente da vivência que tiveram perto da natureza, rios, lagos, mares, colinas e montanhas.
A mensagem que Suzana deixa é, “Aprendi que só o conhecimento, a fé em Deus, as atitudes e o acreditar em mim mesma podem superar a posição social que cada um tem, em qualquer parte do mundo”.

O coquetel de lançamento do livro ‘Janelas para a Europa: uma viagem em família’ acontece nesta quinta-feira, 26/08, às 18h30min, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi

Ficha Técnica
Título: ‘Janelas para a Europa: uma viagem em família’
Autora: Suzana H. Ghisleni
Editora: Bernúncia
Capa: Vinicius Alves
Contracapa: Larissa Linhares
Impressão: Gráfica Palotti, Santa Maria -RS
Páginas: 208 páginas
Preço de capa: R$ 27
1ª edição: 2.000 exemplares


Material fornecido por: Jorn. Larissa Linhares
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Arte feita com o lixo do lixo têxtil

Em Santa Catarina o refugo da indústria têxtil pode ser classificado em lixo aproveitável, o qual é vendido para a confecção de outros produtos como tapetes de tear, e lixo descartado, que é a sobra desta produção, a qual não teria reaproveitamento. Mas através do projeto Fazer e Desfazer Nozinhos, proposto e administrado por Bia Gerevine, este lixo passa a ser usado na criação de peças artesanais.



















A proposta eco-social desenvolvida por Bia não conta com patrocinadores, mas nesses anos de funcionamento conquistou o apoio do Sebrae, responsável por abrir portas para a venda dos produtos na loja Casa Catarina e em eventos como a Festa do Pinhão. Também gerou a sensibilização de muitas pessoas e empresas que fazem doações de matéria prima para as peças. “Vamos sendo presenteados por pessoas que sabem que fazemos esse trabalho, num movimento de ajuda mútua”, fala Bia que já ganhou caixas de botões, de zíperes e hoje ganha o refugo da indústria têxtil, que no início era comprado com recursos próprios.

O projeto surgiu no final de 2003. Foi errando o corte de tapetes de tear dos quais fazia jogos americanos, que Bia Gerevine descobriu a técnica do amarradinho, tão usada no Norte do Brasil. Bia não quis descartar as tirinhas coloridas que sobraram do tapete e dando nozinhos em uma tela fez algumas peças para a casa. Logo passou à fornecedora da loja de departamentos Tok&Stok, com seis produtos criados por ela. Como a loja exigia uma produção em grande quantidade ela reuniu algumas mulheres da Lagoa da Conceição, onde mora, interessadas em fazer nozinhos nas horas vagas. Após três anos deixou de fornecer peças para a Tok&Stok e passou a vender em outras lojas e em casa, onde organizava bazares.

A casa virou ateliê e no final de 2009 a mídia descobriu os encantos da arte de fazer nozinhos coordenada por Bia Gerevine, o que lhe proporcionou maior volume de vendas e a oportunidade de montar o espaço comercial Reciclanto, na Rua Laurindo Januário da Silveira, 1350, no Canto da Lagoa em Florianópolis.

No ateliê e loja é possível conhecer as diversas peças desenvolvidas com a técnica do amarradinho e outros trabalhos com reaproveitamento de material, feitos por artistas convidados para lá expor.

Segundo Bia, a parceria estabelecida para a produção, com as mulheres da região, é sazonal. O verão na Ilha, que aumenta a oferta de empregos com a temporada turística, faz diminuir a procura para fazer nozinhos. Seja para complementar a renda familiar ou por terapia o projeto conta com cerca de 50 colaboradoras divididas nas funções de nozeiras, cortadeiras e costureiras.


Marilis Montilla dos Santos, uma das únicas colaboradoras a acompanhar o crescimento do projeto desde o início, começou dando nozinhos e hoje é costureira e co-criadora das peças.
Quando chegou de Curitiba se inseriu no projeto para ter uma renda, devido à dificuldade que encontrou de conseguir emprego. “Os filhos cortavam as tirinha e as meninas e eu fazíamos os nozinhos, mas eles não se adaptaram à cidade e acabaram voltando para o Paraná”, conta Mari. Passou a fazer o amarradinho cada vez mais rápido e o ofício tornou-se também uma terapia. “Acordava bem cedo e fazia o serviço de casa para poder ficar fazendo nozinhos”, lembra. Logo Bia a convidou para ficar responsável pela costura e montagem de moldes passando a criarem novas peças juntas.

Para participar do projeto Fazer e Desfazer Nozinhos basta ter o compromisso de não copiar as peças e ser morador da região da Lagoa da Conceição, já que é a própria Bia que entrega e recolhe o material de casa em casa todos os dias.

As peças podem ser adquiridas em Florianópolis na loja Casa Catarina, no Floripa Shopping e no ateliê Reciclanto, onde é o showroom. Também há pontos de venda em Bom Retiro, Lages, Canela, São Paulo e Rio de Janeiro.





Veja mais fotos no Flickr do Floripa Cultura










Artista: Bia Gerevine e colaboradoras
Arte: Amarradinho
Contatos: 48 32344518 ou 99698103
nozinhos@biagerevine.com.br
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